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A fisioterapia minimiza os sintomas da depressão em idosos?

A depressão é uma causa comum de morbidade e mortalidade em todo o mundo, além de ser um grande problema de saúde pública.


Embora a eficácia das intervenções farmacológicas disponíveis, a depressão continua sendo tratada inadequadamente.

Ela é caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas como perda de interesse, do prazer em atividades anteriormente significativas, distúrbio no sono, apetite, diminuição do interesse sexual, retardo psicomotor, dificuldade cognitiva, desesperança, diminuição da auto-estima, pensamento de morte ou suicida entre outros.

A depressão é um problema causado pela deficiência de três aminas (neurotransmissores) importantes: Serotonina, Noradrenalina e Dopamina, produzidas pelas células do sistema nervoso central, os neurônios.

O envelhecimento é universal, progressivo e intrínseco.

Pode ser considerado como um conjunto de alterações estruturais e funcionais fisiológicas que avançam com o passar do tempo.

Associado a esses fatores, com o avanço da idade, as pessoas tornam-se cada vez menos ativas pela diminuição de suas capacidades físicas, alterações psicológicas e sociais, acompanhadas por doenças crônicas e degenerativas que aceleram o processo de envelhecimento.

Porém, entre os diversos transtornos que afetam os idosos, a depressão merece especial atenção, já que apresenta conseqüências negativas na qualidade de vida dos indivíduos acometidos.

Nenhuma teoria explica satisfatoriamente a etiologia da depressão no idoso.

Alterações no sistema nervoso central, uma maior susceptibilidade biológica é uma possível explicação, além do fato de o idoso se submeter obrigatoriamente a mais estressores psicológicos e sociais do que qualquer outra faixa etária, como declínio financeiro e social, solidão e perda de pessoas queridas.

Além disso, a deterioração da capacidade física e mental restringe sua capacidade de interagir com o ambiente, reforçando o isolamento. Os medicamentos antidepressivos apresentam influências positivas no tratamento da depressão, porém muitos pacientes não aderem ou não persistem a esse tipo de tratamento devido aos seus efeitos colaterais e ao seu alto custo. Os idosos são geralmente mais sensíveis aos efeitos colaterais dos medicamentos antidepressivos e apresentam, com alguma freqüência, doenças médicas associadas, fazendo uso de outras medicações, o que aumenta o risco de ocorrerem complicações clínicas e interações medicamentosas. O objetivo deste estudo foi verificar na literatura se a fisioterapia minimiza os sintomas da depressão em idosos. Realizou-se um levantamento bibliográfico entre 1984 e 2009 nas bases de dados: LILACS, PUBMED, SCIELO, MEDLINE, COCKRANE; e nas bibliotecas do Centro Universitário São Camilo e Bireme durante o período de Janeiro à Junho de 2009. Os resultados encontrados demonstraram que exercício, tanto aeróbico, quanto anaeróbico pode exercer um efeito antidepressivo devido a uma variedade de mecanismos biológicos, cognitivos e comportamentais. A prática de atividades físicas entre os idosos favorece a interação social, melhora a auto-eficácia e proporciona uma maior sensação de controle sobre os eventos e demandas do meio. A Hidroterapia fornece uma experiência única de oportunidade de melhorar/manter a habilidade física, mental e psicológica, sendo capaz de se integrar social e psicologicamente. Desta forma, a Fisioterapia, através de suas variadas modalidades pode minimizar os sintomas da depressão em idosos.